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Serpentina para Manômetro

Acessório de proteção térmica fabricado em tubo capilar conformado em espiras. Amplia a área de troca térmica com o ambiente, reduz a temperatura ao manômetro e pode receber cordoalha externa para reforço mecânico. Fabricação própria JELGO.

Instrumentação de pressão

O que é uma serpentina para manômetro?

Acessório de proteção térmica para manômetros em linhas de alta temperatura, com opção de cordoalha externa.

A serpentina para manômetro é um componente tubular em formato de bobina, produzido em capilar de cobre, latão ou aço inox. Montada entre o processo e o instrumento, sua geometria amplia a área de troca térmica com o ambiente, reduzindo a temperatura transmitida ao elemento sensível e estabilizando a leitura sob condições térmicas severas.

  • Dissipação térmica distribuída ao longo das espiras
  • Redução gradual da temperatura antes do manômetro
  • Proteção mecânica adicional com cordoalha (opcional)
  • Fabricação própria JELGO — materiais e dimensões sob especificação

Aplicação industrial da serpentina

A serpentina promove dissipação térmica gradual e, quando equipada com cordoalha, aumenta a resistência mecânica do conjunto — maior segurança operacional e durabilidade do manômetro.

Processos indicados

  • Linhas de vapor saturado e de média/alta temperatura
  • Caldeiras e redes de utilidades térmicas
  • Processos industriais contínuos
  • Bombas, compressores e linhas com vibração
  • Instalações sujeitas a movimentação ou esforço mecânico

Limitações e combinações

  • Fluidos abrasivos sem proteção → associar selo de diafragma
  • Ambientes altamente corrosivos → selecionar inox compatível
  • Processos com sólidos em suspensão sem filtragem → avaliar isolamento adequado

Quando utilizar e quando não utilizar

Aplicações típicas

  • Vapor industrial
  • Linhas de alta temperatura
  • Caldeiras
  • Processos com vibração mecânica
  • Instalações sujeitas a esforço físico

Não recomendado isoladamente para

  • Aplicações sem risco térmico relevante
  • Fluidos corrosivos sem proteção adicional
  • Processos com sólidos sem filtragem
  • Isolamento químico — use selo para manômetro

Serpentina ou tubo sifão?

Ambos protegem o manômetro da temperatura do processo, mas atuam de formas diferentes. A escolha depende do espaço disponível, da dinâmica térmica e da necessidade de reforço mecânico.

Tubo sifão

Forma uma coluna de condensado na curva do acessório (cachimbo, trombeta ou bobina). É a opção clássica em vapor, com geometrias compactas ou de maior massa térmica, e ocupa um envelope mais previsível na instalação.

  • Espaço limitado e montagem tradicional em vapor
  • Coluna de condensado como barreira térmica principal
  • Geometrias cachimbo, trombeta ou bobina já definidas no projeto

Ver linha tubo sifão

Serpentina

Amplia o comprimento e a área de troca térmica por espiras de capilar. Dissipa calor de forma mais gradual ao longo do percurso e admite cordoalha externa — útil quando há vibração, impacto ou abrasão.

  • Maior área de dissipação por espiras
  • Necessidade de cordoalha (bombas, compressores, esforço mecânico)
  • Capilar em cobre/latão ou inox sob especificação de espiras e comprimento

Em resumo: sifão = condensado na curva; serpentina = troca térmica nas espiras (+ cordoalha opcional). Em dúvida, informe pressão, temperatura, fluido e espaço de montagem — a JELGO indica a configuração adequada.

Como especificar serpentina para cotação

Informe pressão e temperatura máximas, tipo de fluido, material do capilar (cobre/latão ou inox), com ou sem cordoalha, tipo de rosca, espaço de montagem e, em pontos remotos, a distância a cobrir.

Materiais do capilar

  • Cobre / latão — vapor leve e médio
  • Aço inox 304
  • Aço inox 316

Dimensões e parede

  • Ø 4 mm
  • Espessura 1,0 mm
  • Espiras conforme necessidade térmica ou distância em montagem remota

Rosca e conexões

  • Rosca macho ou fêmea
  • BSP, NPT e métrica
  • Vedação conforme a instalação

Cordoalha (opcional)

  • Malha flexível normalmente em inox
  • Proteção contra vibração e abrasão
  • Não altera o fluxo interno

Outras combinações de material, espiras, comprimento e rosca são fornecidas mediante especificação técnica ou desenho de montagem.

Documentação técnica

Datasheet em atualização. Solicite a ficha técnica por e-mail — nossa equipe envia materiais, dimensões e orientações de especificação assim que disponível.

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Perguntas frequentes sobre serpentina

A cordoalha interfere no fluxo?
Não. A malha flexível é aplicada externamente ao capilar e não altera a passagem interna do fluido nem a geometria de dissipação térmica.
Quando optar pela malha externa (cordoalha)?
Em ambientes com vibração, risco de impacto, abrasão ou quando se exige maior robustez mecânica do conjunto — típico em bombas, compressores e linhas sujeitas a esforço físico.
Cobre/latão ou aço inox?
Cobre/latão para vapor de baixa e média pressão e aplicações industriais leves, com boa dissipação e custo reduzido. Inox para maior pressão, temperatura e ambientes agressivos, com melhor resistência mecânica.
A serpentina substitui o selo de diafragma?
Não. A serpentina atua na dissipação térmica e, opcionalmente, no reforço mecânico. Não isola quimicamente o processo — para fluidos corrosivos, viscosos ou com partículas, associe selo de diafragma.
Qual a diferença entre serpentina e tubo sifão?
O sifão forma coluna de condensado na curva; a serpentina dissipa calor nas espiras do capilar e pode ter cordoalha. Veja a comparação completa na seção “Serpentina ou tubo sifão?” nesta página.
A serpentina afeta a precisão do manômetro?
Quando corretamente especificada e instalada, melhora a estabilidade térmica e estrutural da leitura sem comprometer a exatidão intrínseca do instrumento.

Suporte técnico JELGO

Auxiliamos na seleção conforme fluido, temperatura, pressão e norma de conexão da sua aplicação.